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 Oré

Quarteto criado em 2022 explorando a Música Brasileira e Música Improvisada.  

O grupo traz influências de Maracatu, Baião e outros ritmos nordestinos em uma visão contemporânea, usando melodias uníssonas e ritmos tradicionais como base para criar plataformas de improvisação. 

Miguel Petrucelli - guitarra

José Soares - saxofone

Pedro Ivo Ferreira - contrabaixo

Onno Govaert - bateria

Nefertiti

Minério

O grupo Nefertiti leva o nome da composição de Wayne Shorter, o poeta musical cujos sonhos encontram sua expressão em linhas melódicas de formas tão improváveis. O grupo, que começou em 2013 no Conservatório CRR em Paris, pode parecer um quarteto de jazz clássico, mas as aparências enganam. Não poderíamos estar mais afastados aqui daquelas intermináveis repetições de 'tema – solos improvisados – tema de novo'. Em Nefertiti,  a dramaturgia é diferente. A forma aparece apenas quando necessário, após brincadeiras preliminares e jogo de sombras. Então, e só então, a composição avança. De uma forma paradoxal e muito apelativa, é libertador. E isso porque, uma vez que os sons livres criaram sua própria tensão, a chegada da melodia e do pulso traz certeza; e, no entanto, a linha tem a liberdade de ziguezaguear, girar e ser salpicada com polirritmia. 

 

Depois de dois álbuns, «Danses Futuristes» de 2015 e «Morse Code» de 2018, a banda desenvolveu a sua sonoridade colectiva, processo aprofundado pelas digressões que têm feito. O terceiro álbum "Framless" será lançado em 2022.

Delphine Deau - piano 

Camille Maussion - saxophone

Pedro Ivo Ferreira - contrabaixo         

Pierre Demange - bateria

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Cacha Mundinho

Minério

Sediado em Amsterdã, o Cacha Mundinho reinventa rotas musicais quase esquecidas. Com canções originais que evocam o espírito ibérico e a tradição trovadoresca portuguesa, sua música viaja do Norte da África ao Oriente Médio, chegando até a Índia e o Brasil. As histórias desses caminhos — e dos encontros musicais que surgem ao longo da jornada — ganham vida através das composições e da voz de Joana Almeida.

Elementos de Portugal, do Oriente Médio, da África, do Brasil e da música indiana se entrelaçam com a liberdade de improvisação do jazz, criando uma sonoridade própria que presta homenagem ao mundo lusófono.

Joana Almeida – violão, voz, composições
Maripepa Contreras – oboé, corne inglês, duduk
Pedro Ivo Ferreira – contrabaixo
Sjahin During – percussão

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Adrian Moncada Sextet

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"Inhabitable Imagination", o primeiro álbum do pianista Adrian Moncada Sextet, inspira-se na sua paixão pela arquitetura. Sendo um improvisador e compositor considera-se um arquiteto musical, onde a arquitetura serve de contentor para a mente das pessoas. Apresenta um repertório de canções originais que são influenciadas pelo jazz contemporâneo - termo que serve de guarda-chuva para muita música que combina o ritmo, a improvisação e a intenção da tradição jazzística com o ecletismo dos tempos. A camaradagem que eles desenvolveram ao tocar pode ser refletida na confiança que eles têm um no outro ao assumir riscos musicais no palco. Às vezes altamente estruturada e composta, e outras livremente improvisadas e soltas, a música nunca perde o fio de sua narrativa. 

 

“Tendo a arquitetura como fonte de inspiração, gostaria de convidar os ouvintes à minha mente musical dispostos a excitar sua imaginação, mostrando-lhes espaços sonoros que podem parecer grandiosos, minúsculos, geometricamente rígidos ou soltos.”

 

Adrián Moncada - piano e composições  

José Soares - sax 

Alistair Payne - trompete 

Federico Calcagno - clarinete baixo

Nick Thessalonikefs - bateria 

Pedro Ivo Ferreira - contrabaixo 

OWL MAN

Owl man é um grande grupo liderado pelo pianista/improvisador Nico Chientaroli, com o coração na improvisação livre, composição, poesia e rock. Excertos de textos de Jorge Luis Borges, William Burroughs, Martin Calegari, entre outros, fundiram-se com grooves hipnóticos, soul blowing, paisagens abstractas e rock blasts. ''Jazz, rock, blues, sul-americano, poesia slam, punk, eletrônica experimental e arte sonora. Em suma, uma mistura eclética de sonoridades surpreendentes de um músico que já provou pertencer à vanguarda experimental.''

Hernán Samá - sax alto

Ziv Taubenfeld – clarinete baixo

Jan Willem van der Ham - sax barítono

Miguel Petrucelli – guitarra

Pau Sola - violoncelo

Jarno van Es – eletrônica

Pedro Ivo Ferreira – baixo elétrico

Onno Govaert – bateria

Nico Chientaroli – voz, sintetizador e piano

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Maripepa Contreras Quintet

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Não há tantos oboístas de jazz, mas Maripepa Contreras é uma das poucas. O oboé é um instrumento de sopro caracterizado por seu som quente e penetrante. Bem, espere até ouvir as improvisações conjuradoras de Maripepa Contreras! Maripepa é definitivamente outra coisa da melhor maneira possível: raízes espanholas, formação clássica, com formação em jazz e paixão pela música brasileira. Ela apresenta este projeto premiado (revista Downbeat) sediado em Amsterdã com composições originais.

Maripepa Contreras - oboé, trompa inglesa, duduk, composições

Federico Calcagno - clarinete, clarinete baixo

Adrian Moncada - piano

Pedro Ivo Ferreira - contrabaixo

Nick Thessalonikefs - bateria

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